Ultimamente tenho me dedicado á amar o infinito. Amar aqueles nunca poderão me obter. Deve ser coisa de adolescente. Mas parece ser algo que vai além dessa justificativa boba que inventa uma saída. Deve ser algo á mais.
Nos concentremos, então, no que está ao nosso alcance? Pode até ser. Mas problema é que nós não temos a noção do quanto podemos alcançar e nem de onde podemos chegar.
A vida parece mesmo uma caixa trancada e nós precisamos encontrar a chave. A chave que abriria sonhos, desejos e segredos.
Seria, assim, a vida o próprio segredo?
Mas onde queremos parar? Não devemos ter um objetivo, uma meta? Mas que meta essa se torna se amarmos o infinito? Pois é, a vida é mais (ou até menos) do queremos e/ou esperamos.
Talvez o segredo fosse não esperar por nada nem ninguém, pois, assim, tudo será lucro!
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